Estranho como palavras as vezes queimam nosso corpo. Causam dor. Não digo palavras por nós ouvidas, muitas vezes estas palavras saem de nosso próprio âmago, e por vezes são palavras que nunca ouvimos ou falamos, são daquele tipo de palavra que não sabemos dizer, não podemos se quer ouvi-las, são do tipo de palavras que só nos resta sentir, e sentir profundamente.
É incrivél como estas mesmas palavras, transformam momentos bons, felizes, cheios de calor, em um bolor frio que aloja-se na garganta, e tudo que se passa a sentir é o imenso "lugar de algo que se foi".
Todo doce que iluminou meus dias
Todo doce que embriagou minhas noites
Agora amarga o céu da minha boca
Que hoje não tem luar
No lugar da luz de belos olho
No lugar da luz dos teus risos
Um desconfortável eclipse lunar
"AQUI JAZ UMA LUZ"
curando, assim, a Terra e a essência humana. Quer sejamos homens ou mulheres, sabemos que nossa psique contém aspectos masculinos e femininos. Aceitar e respeitar a Deusa como polaridade complementar do Deus é o primeiro passo para a cura de nossa fragmentação dualística interior.A Deusa é cultuada como Mãe Terra, representando a plenitude da Terra, sua sacralidade. Sobre a Terra existimos e, ao fazê-lo, estamos pisando o corpo Onipotente e distante, que vive nos céus... A Deusa é a Terra que pisamos, nossos irmãos animais e plantas, a água que bebemos, o ar que respiramos, o fogo do centro dos vulcões, os rios, as cores do arco-íris, o meu corpo, o seu corpo.
silhueta de um corpo humano. É fonte de uma substância capaz de induzir a transes hipnóticos, ou estados alterados de consciência, muito úteis à prática de magia. As pessoas que nascem sob o signo de Mandrágora são espiritualmente elevadas e estão sempre em busca do sentido mais profundo da vida e da existência. Não gostam da rotina, do senso comum, da mediocridade. Têm uma natureza intensa e apaixonada, ainda que aparentem uma certa frieza e façam questão de impor algum distanciamento às pessoas em geral. É preciso conhecê-las bem para saber lhes dar o devido valor.


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