A Deusa em mim habita em suas três diferentes formas.
Quando a Lua cresce no céu, sou Ártemis dos bosques. Busco os caminhos virgens e neles mostro a minha força em cada ramo. Sou Ártemis quando busco os montes e anseio por novos rumos, quando repudio os limites e não existe o medo. Sou Ártemis quando me lanço sem amparo do cume feito de todas as pedras, que tentam, inúteis, bloquear meus atos deliciosamente insanos.
Quando no céu a Lua é cheia, sou Deméter de coração nos olhos. Busco o amor imensurável e ofereço aquele que habita em meus infinitos braços. Sou Deméter quando procuro meu filho em cada ser. Quando quero ser Ave Mãe e ninho em um só tempo. Sou Deméter quando meu colo se torna porto e suplica dolorosamente pelo lançar âncoras de todas as embarcações. Assim sou Deméter.
Quando a Lua míngua, sou Hécate de toda a escuridão. Busco a linguagem da alma e descubro ser eu mesma tudo aquilo que me ameaça. Sou Hécate quando a solidão importa e quando o fim torna-se causa e razão. Sou Hécate quando penso na morte e encontro o que sou antes de tornar-me outra. Assim sou Hécate.
E assim, a Deusa habita em mim, em suas três diferentes formas.
curando, assim, a Terra e a essência humana. Quer sejamos homens ou mulheres, sabemos que nossa psique contém aspectos masculinos e femininos. Aceitar e respeitar a Deusa como polaridade complementar do Deus é o primeiro passo para a cura de nossa fragmentação dualística interior.A Deusa é cultuada como Mãe Terra, representando a plenitude da Terra, sua sacralidade. Sobre a Terra existimos e, ao fazê-lo, estamos pisando o corpo Onipotente e distante, que vive nos céus... A Deusa é a Terra que pisamos, nossos irmãos animais e plantas, a água que bebemos, o ar que respiramos, o fogo do centro dos vulcões, os rios, as cores do arco-íris, o meu corpo, o seu corpo.
silhueta de um corpo humano. É fonte de uma substância capaz de induzir a transes hipnóticos, ou estados alterados de consciência, muito úteis à prática de magia. As pessoas que nascem sob o signo de Mandrágora são espiritualmente elevadas e estão sempre em busca do sentido mais profundo da vida e da existência. Não gostam da rotina, do senso comum, da mediocridade. Têm uma natureza intensa e apaixonada, ainda que aparentem uma certa frieza e façam questão de impor algum distanciamento às pessoas em geral. É preciso conhecê-las bem para saber lhes dar o devido valor.


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